
Salvador, Bahia, Brasil, 1987
Vive e trabalha em São Paulo, SP, Brasil
A produção de Mano Penalva parte do deslocamento dos objetos do contexto cotidiano e reflete o interesse do artista pela Antropologia e Cultura Material. Por meio de diferentes mídias como escultura, instalação, pintura, fotografia e vídeo, Penalva propõe novos agrupamentos estéticos a partir das estratégias de venda do varejo, das suas experiências de coleta de histórias e da observação do campo que transita entre a Casa e a Rua.
Exposições coletivas recentes incluem: “Uma cadeira é uma cadeira é uma cadeira”, organização de Nessia Leonzini e Livia Debbane, Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP (2024); “Ribeirar”, curadoria de Marcelo Campos, Galeria da Estação, SESC Grussaí, São João da Barra, RJ (2024); “Passeio Público”, curadoria de Carolina Rodrigues, Daniela Name e Paula Camargo, Caixa Cultural Rio de Janeiro, RJ (2023); “Last days of house”, curadoria de Omar López-Chahoud, II Fountainhead Biennial / Emerson Dorsch Gallery, Miami, EUA (2023); entre outras.
Nos últimos anos, Penalva tem participado de diversas residências artísticas, entre elas: Casa Wabi, Puerto Escondido, México (2021); Fountainhead Residency, Miami, EUA (2020); LE26by / Felix Frachon Gallery, Bruxelas, Bélgica (2019); AnnexB, Nova York, EUA (2018); Penthouse Art Residence, Bruxelas, Bélgica (2018); R.A.T – Residência Artística por Intercâmbio, Cidade do México, México (2017) ; e Pop Center, Camelódromo Porto Alegre, RS, Brasill (2017).
É bacharel em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2008) e frequentou diversos cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, de 2005 a 2011. Fundador do Massapê Projetos, uma plataforma gerida por artistas com sede em São Paulo, dedicada à promoção do pensamento e à produção de arte contemporânea.
Seu trabalho faz parte de coleções públicas no Brasil e no exterior, como CIFO – Cisneros Fontanals Art Foundation – Miami – EUA; Frédéric de Goldschmidt Collection – Bruxelas – Bélgica; GALILA’S P.O.C. – Bruxelas – Bélgica; PAT Art Lab – Augsburg – Alemanha; MAPA, Museu de Artes Plásticas de Anápolis – Brasil; MARP, Museu de Arte de Ribeirão Preto – Brasil; Acervo da Laje – Bahia – Brasil; e MAR – Museu de Arte do Rio.

Na mitologia grega, Dédalo foi um extraordinário artesão, inventor e arquiteto ateniense, cuja mais famosa obra foi o labirinto que construiu ao lado de seu filho, Ícaro, para que o rei de Creta, Minos, pudesse conter o temível Minotauro, filho de uma rápida paixão de sua esposa, Pasífae, pelo Touro Cretense.
De sua obra emana a lição segundo a qual toda técnica, por maior que seja seu apuro e domínio sobre a imperfeição, é sempre labiríntica, nunca direta [1]. Isso porque toda técnica envolve uma dimensão de repetição, que leva à prática, e outra de intuição, que surge quando a repetição se transforma em inteligência, em ação que prescinde do cálculo consciente.




















































